No terceiro dia
Por PE. MÁRIO FERNANDO GLAABExistem pessoas que sempre lamentam a situação em que a humanidade se encontra. Esses lamentos se fazem mais clamorosos de tempos em tempos, especialmente em épocas de transição e de dificuldades maiores.
Existem pessoas que sempre lamentam a situação em que a humanidade se encontra. Esses lamentos se fazem mais clamorosos de tempos em tempos, especialmente em épocas de transição e de dificuldades maiores.
Celebramos nossas liturgias em diferentes tempos litúrgicos, mas sempre no mesmo espaço, no mesmo salão, com os mesmos móveis, na mesma igreja.
Podemos e devemos enriquecer os espaços para as diferentes celebrações litúrgicas. Mas atenção para não esconder o essencial, não perder o referencial e a coerência com o tempo litúrgico.
Inúmeras pessoas procuram as igrejas pela musicalidade. É impressionante observar o quanto a música católica cresceu e quantas novas bandas, cantores solos, estão no mercado focalizando a Evangelização por meio da música. Ao mesmo tempo, conceitos, encíclicas e tradições ficam à mercê de interpretações, logo é importante que sejam feitas algumas ressalvas. As mesmas músicas que se cantam em grupos de oração, encontros, cenáculos, shows etc., devem/podem ser cantadas nas liturgias? Qual é a diferença entre essas músicas?
Sua comunidade tem o costume de realizar retiros? As pastorais têm em seus cronogramas anuais tal atividade? Os catequistas e demais lideranças costumam se fortalecer em alguns dias de afastamento?
A homilia é parte integrante da liturgia da Palavra, que ao longo do ano litúrgico expõe, a partir do texto sagrado, os mistérios da fé e as normas da vida cristã. É indispensável para nutrir a vida cristã. Convém que seja uma explicação de algum aspecto das leituras da Sagrada Escritura ou de outro texto do Ordinário ou do Próprio da Missa do dia, levando em conta tanto o mistério celebrado, como as necessidades particulares dos ouvintes.