Dízimo | Revista Paróquias

Colheita positiva

Colheita positiva

Colheita positiva

Por PE. JERÔNIMO GASQUES

Hoje em dia fala-se muito sobre captação de recursos aplicados ao dízimo em igual medida. No entanto, o que deve ficar como questionamento é sobre a forma de como esse dízimo é aplicado (administrado) pelos seus administradores; como ele é valorizado; qual é a sua economia hegemônica (a sua superioridade sobre outras formas de captação de recursos) que, na Igreja protestante ele se afincou, porém, na católica ficou a deriva.

Contribuição da lei ou da graça?

Contribuição da lei ou da graça?

Por CÔN.EDSON ORIOLO

Aristóteles ensina que: “distribuir dinheiro é algo fácil e quase todos os homens têm este poder. Porém, decidir a quem dar, quanto, quando, com qual objetivo e como dar, depende do poder de muitos e nem sempre é tarefa fácil”. A partir deste pensamento de Aristóteles, pretendo achar o diferencial entre dízimo e captação de recursos. São pequenos detalhes que fazem essa diferença.

Eis um compromisso comunitário

Eis um compromisso comunitário

Por ARISTIDES LUIS MADUREIRA

A Igreja do Brasil, atenta e preocupada com as inadequadas formas de alocação de recursos tais como: taxas, espórtulas, festas de padroeiros entre outras, opta pelo dízimo como meio de autossustentação (XVI Assembleia Geral em Itaici 1974). Um resgate por uma espiritualidade a ser compreendida e vivida pelos fiéis católicos. Uma tarefa difícil, mas que teve enorme aceitação no Brasil que, diga-se de passagem, atualmente é um país missionário sobre o tema em vários países, eu mesmo tive algumas oportunidades de ir para outras nações para partilhar nossas experiências na Igreja do Brasil.

Os dois lados da moeda

Os dois lados da moeda

Por ANTONINHO TATTO

Sobre o dízimo verificam-se duas posições bem distintas: de um lado, os que quase não falam sobre o dízimo, e de outro lado os que falam demais. Tenho lido e ouvido depoimentos de padres que ficam arrepiados só de pensar em falar sobre o dízimo. Há os que, ao falarem, o fazem com tal escrúpulo que a impressão que dá é que estão pedindo desculpas ao povo por tratar de tal assunto.

Tempos fortes na formação de consciência

Tempos fortes na formação de consciência

Por CÔN. EDSON ORIOLO

Evangelizar é vocação essencial da Igreja que cumpre o mandato de Jesus: “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a todas as pessoas” (Mc 16, 15). A fim de anunciar a boa nova do Reino, a Igreja no Brasil intensifica seu trabalho evangelizador em tempos fortes como o Advento e a Quaresma, pela Novena do Natal e a Campanha da Fraternidade, bem como com os meses temáticos: mariano (maio); vocacional (agosto); bíblico (setembro) e missionário (outubro).