Pastoral Litúrgica | Revista Paróquias

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O cuidado com a celebração

O cuidado com a celebração

Por PE. CARLOS GUSTAVO HAAS

Falar de criatividade é uma tarefa complexa e difícil. Afinal, até o Vaticano II, a liturgia viveu uma fase de 400 anos de “imobilismo”, onde nada podia mudar. E mudar, também não é fácil.
Apresento aqui alguns pontos que poderão ser aprofundados numa reflexão individual ou nas equipes de liturgia.

Uníssonos

Uníssonos

Uníssonos

Por KARLA FIORAVANTE

A arte de colocar um dom à disposição da sua comunidade e motivar outras pessoas a se comprometerem, se envolverem com a palavra de Deus, é bela e também um desafio. O fato de estarmos em comum-unidade faz com que busquemos antes de tudo, compreender e dialogar com o outro.

Em memória de mim

Em memória de mim

Em memória de mim

Por MARGARIDA HULSHOF

Na última Ceia celebrada com seus discípulos, Jesus delegou-lhes o compromisso de perpetuar na missão evangelizadora, o milagre ali realizado: o mistério do pão e do vinho no seu próprio corpo e sangue, que logo seriam oferecidos em sacrifício “para a vida do mundo”, selando a Nova Aliança. Essa memória, além de manter presente e atual o sacrifício redentor, também atualiza a Encarnação de Cristo a cada Eucaristia: ao tornar-se parte do corpo de cada comungante, Jesus faz da Igreja um só corpo – o seu Corpo Místico.

Uma só voz

Uma só voz

Uma só voz

Por KARLA FIORAVANTE

Inúmeras pessoas procuram as igrejas pela musicalidade. É impressionante observar o quanto a música católica cresceu e quantas novas bandas, cantores solos, estão no mercado focalizando a Evangelização por meio da música. Ao mesmo tempo, conceitos, encíclicas e tradições ficam à mercê de interpretações, logo é importante que sejam feitas algumas ressalvas. As mesmas músicas que se cantam em grupos de oração, encontros, cenáculos, shows etc., devem/podem ser cantadas nas liturgias? Qual é a diferença entre essas músicas?

Um encontro com o divino

Um encontro com o divino

Por JUBERTO SANTOS

Sua comunidade tem o costume de realizar retiros? As pastorais têm em seus cronogramas anuais tal atividade? Os catequistas e demais lideranças costumam se fortalecer em alguns dias de afastamento?