Gestão Eclesial | Revista Paróquias

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Valores intrínsecos

Valores intrínsecos

Por PE. JOAQUIM PARRON, CSSR

A ética é uma dimensão que interage em todas as esferas profissionais e tem um papel fundamental na gestão eclesial. Aristóteles já dizia: “A pessoa humana, quando ética, é a melhor dos animais; mas separada da justiça e da ética é a pior de todos”. Veja que a ética dá o sentido e o significado na prática humana. A Igreja, por sua vez, insiste na dignidade da pessoa humana e nas suas relações ética na sociedade, no trabalho e na família. O Reino de Deus se faz presente nos sinais de vida e esperança. Assim, a ética tem um papel preponderante na gestão eclesial.

Missão possível

Missão possível

Missão possível

Por CÔN. EDSON ORIOLO

O Documento de Aparecida fala sobre a conversão pastoral. A conversão pastoral requer que as comunidades, pastorais sejam comunidades, pastorais de discípulos missionários ao redor de Jesus Cristo, mestre e pastor. Mas essa conversão pastoral exige que saiamos de uma pastoral centrada na conservação do passado para uma pastoral decididamente missionária (DAp 368-370).

O humano e o ético na gestão

O humano e o ético na gestão

Por PE. JOAQUIM PARRON, CSSR

Hoje mais do que nunca as boas empresas buscam perfil de pessoas que tenham domínio sobre si mesmo e sobre situações de conflitos e ao mesmo tempo tenham uma postura ética profissional. Na vida pastoral a situação não é diferente, pois o agente eclesial está inserido no mundo de conflitos e contradições, para ser sinal do Reino de Deus. A criatividade, a criticidade e a fidelidade, que são fundamentos éticos, devem fazer parte da prática do agente de pastoral também nos momentos de pressão. São elementos necessários para o bom exercício pastoral.

Responsabilidade X Administração

Responsabilidade X Administração

Por MONS. NEREUDO FREIRE HENRIQUE

Alguns componentes da administração merecem especial atenção dos gestores das dioceses e paróquias, tendo em vista à qualidade do funcionamento operacional interno da organização em si, e o caminhar harmonioso dessas entidades com o “modus vivendi” da sociedade contemporânea. Dentre esses, queremos refletir sobre o “feed-back” e o incentivo ao capital humano, que possui grande representatividade na estrutura organo-funcional das organizações.