Dízimo | Revista Paróquias

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Eis um compromisso comunitário

Eis um compromisso comunitário

Por ARISTIDES LUIS MADUREIRA

A Igreja do Brasil, atenta e preocupada com as inadequadas formas de alocação de recursos tais como: taxas, espórtulas, festas de padroeiros entre outras, opta pelo dízimo como meio de autossustentação (XVI Assembleia Geral em Itaici 1974). Um resgate por uma espiritualidade a ser compreendida e vivida pelos fiéis católicos. Uma tarefa difícil, mas que teve enorme aceitação no Brasil que, diga-se de passagem, atualmente é um país missionário sobre o tema em vários países, eu mesmo tive algumas oportunidades de ir para outras nações para partilhar nossas experiências na Igreja do Brasil.

Os dois lados da moeda

Os dois lados da moeda

Por ANTONINHO TATTO

Sobre o dízimo verificam-se duas posições bem distintas: de um lado, os que quase não falam sobre o dízimo, e de outro lado os que falam demais. Tenho lido e ouvido depoimentos de padres que ficam arrepiados só de pensar em falar sobre o dízimo. Há os que, ao falarem, o fazem com tal escrúpulo que a impressão que dá é que estão pedindo desculpas ao povo por tratar de tal assunto.

Tempos fortes na formação de consciência

Tempos fortes na formação de consciência

Por CÔN. EDSON ORIOLO

Evangelizar é vocação essencial da Igreja que cumpre o mandato de Jesus: “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a todas as pessoas” (Mc 16, 15). A fim de anunciar a boa nova do Reino, a Igreja no Brasil intensifica seu trabalho evangelizador em tempos fortes como o Advento e a Quaresma, pela Novena do Natal e a Campanha da Fraternidade, bem como com os meses temáticos: mariano (maio); vocacional (agosto); bíblico (setembro) e missionário (outubro).

O dízimo no sertão

O dízimo no sertão

O dízimo no sertão

Por PE. JERÔNIMO GASQUES

Estou cumprindo uma promessa! Faz muito tempo que tenho prometido a mim mesmo escrever sobre esse tema. Falar e escrever sobre o dízimo no contexto urbano, de certa forma, é muito fácil. Aqui as coisas estão quase que resolvidas e, lá no sertão, aguardando a chuva para amadurecer o pensamento.

Consciência que tudo muda

Consciência que tudo muda

Por CÔN. EDSON ORIOLO

Quando era estudante, ao chegar em casa para férias, minha saudosa mãe estava lendo o livro “Conscientização” de Paulo Freire. Por achar o tÍtulo interessante, perguntei a ela: “Paulo Freire foi o inventor do termo conscientização?”. Ela me respondeu: – “Ele não foi o seu inventor, mas deu ao termo um conteúdo político-pedagógico tão particular que pode ser considerado pai da palavra conscientização, como muitos pensam, no Brasil”. Foi a partir daí que sempre me interessei pelo termo conscientização.