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Comentários sobre: Eis um compromisso comunitário Só mais um blog do WordPress 2010-09-10T15:06:11Z WordPress http://revistaparoquias.com.br/index.php/2010/03/eis-um-compromisso-comunitario/feed/atom/ Por: ELESIO DIVNO DA FONSECA ELESIO DIVNO DA FONSECA http://revistaparoquias.com.br/?p=1618#comment-551 2010-05-05T04:24:37Z 2010-05-05T04:24:37Z Muito oportuno este artigo.
Sou católico e já participei de equipe de implantação do “dízimo” na paróquia que frequentava. Interessante também a alteração do texto no Catecismo a esse respeito (pagar o dízimo segundo o costume, por: atender as necessidades da comunidade segundo as possibilidades de cada um).
No entanto, parece-me crescente a necessidade da decisão de se adotar a partilha nas comunidades como forma de manter as despesas do templo. A maioria dos fiéis ainda acreditam que a Igreja é farta em recursos e não precisa de sua colaboração, reforçada pela falta de transparência nas contas das Paróquias, que a meu ver deve ser de conhecimento de todos os fiéis.
Muitas festas são realizadas com a justificativa de se angariar recursos para manutenção da comunidade, onde vale a venda bebidas alcoólicas, defendida como parte da cultura local. Vejo como sendo os meios justificando os fins, perdendo a legitimidade de posição na defesa da família que passa por tantas dificuldades com casos de embriaguez, consumo de drogas, etc. O discurso de que vender a bebida mais cara inibe o seu consumo ou de que a sua falta tira a alegria e participação é, de início, admitir que não somos capazes de nos alegrarmos com a companhia das pessoas, ou então que não somos capazes de convencer sobre os motivos que nos levam a organizar tais eventos; ainda, acreditar que elevar o preço inibe o consumo de bebidas é ignorar que o viciado é capaz de qualquer coisa para garantir os recursos que lhe garanta o consumo da droga. Parece pesado, mas é que o que consigo extrair desses argumentos.
A adesão à partilha na comunidade passa também por uma catequese continuada e oportuna. Muitos fiéis comparecem apenas às celebrações e não se preocupam com sua formação na fé e na doutrina. Isso sem falar nas diversas instituições que levam os recursos das comunidades em suas campanhas televisivas ou pela radiofonia, sem os devidos esclarecimentos e incentivo à participação também da vida local.
Se precisamos promover a partilha consciente e evangelizada, é necessário também que a verdade seja dita: o templo físico, que está no mundo, precisa da participação de seus membros na sua manutenção. Para isso é necessário abrir as portas com orçamentos transparentes, participativos e flexíveis, sem nada esconder do corpo de “leigos” da igreja – aquele que não participa do corpo de sacerdotes. Ainda temos muitos “leigos” no outro sentido da palavra: “aquele que desconhece ou conhece pouco determinado assunto” (iDicionário Aulete). O planejamento pastoral precisa estar condizente com as possibilidades financeiras da comunidade, ou pelo menos desafiadoras nos dois sentidos. Também não pode ficar de fora os recursos que são necessários ao custeio de uma Igreja. Ela não pode viver apenas da promoção do voluntariado. A justiça também passa por pagar o justo salário a quem trabalha. Quantos irmãos dão a vida nas atividades comunitárias e passam necessidades em suas casas??? É preciso dar ao “povo” status de “cidadãos” da fé no “Estado” Igreja. Acho que é direito de todos os membros de uma comunidade saber como está sendo administrado suas contas. Não basta prestar conta desta ou daquela festa. É tudo ou nada. Ou se confia ou se promove a desconfiança. As três dimensões da promoção comunitária precisa estar evidente na programação orçamentária da comunidade: Dimensão Religiosa, Social e Missionária. Cada uma com sua efetividade. Não discuto a radicalidade dos 10%, mas a adesão a um projeto de evangelização e participação no reino de Deus, executado também aqui na terra enquanto estamos vivos. Quanto merece as obras de Deus através da Igreja para aqueles que participam apenas com o resto que lhes sobram??!! É preciso criar “gosto pela obra”. Acho também não ser necessário apelar apenas para qualquer passagem bíblica para convencer os fiéis sobre a partilha. É tanto quanto pelo amor.

Elésio Divino da Fonseca
elesio.fonseca@uol.com.br
Trindade GO.

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Por: Messias oliveira da silva Messias oliveira da silva http://dizimo http://revistaparoquias.com.br/?p=1618#comment-531 2010-04-28T10:02:42Z 2010-04-28T10:02:42Z O ATO DE ENTREGAR O DIZIMO É UM ATO DE AMOR AO PROXIMO POIS ATRAVES DELE TRAREMOS MAS CONDIÇOES DE MANUNTENÇAO DO TEMPLO DO SENHOR .POIS SEJA DADA CONFORME SUAS POSSIBILIDADES .POIS SERVI-MOS A UM SENHOR QUE É DONO DE TUDO.

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Por: JOIMAR JOIMAR http://revistaparoquias.com.br/?p=1618#comment-473 2010-04-20T22:02:51Z 2010-04-20T22:02:51Z Dízimo fonte de graça sinal de comunhão com Deus.

Todos os dízimos do campo, seja produto da terra, seja fruto das árvores, pertencem a Javé: é coisa consagrada a Javé. Se alguém quiser resgatar parte do dízimo, pagará vinte por cento além do valor. Os dízimos de animais, boi ou ovelha, isto é, a décima parte de tudo o que passa sob o cajado do pastor, é coisa consagrada a Javé. Não se fará distinção entre os que são bons ou maus, nem serão substituídos; se isso for feito, tanto o animal consagrado como aquele que serviu para substituir serão coisas consagradas, e não poderão ser resgatados. São esses os mandamentos que Javé deu a Moisés, no monte Sinai, para os filhos de Israel. (Lv 27, 30-34)
Como católico devo buscar na Bíblia conhecimento e pô-lo em prática, e exercer minha fé com testemunho e fidelidade à Palavra, a todo o momento.
Fiel (do latim fidele): aquele que cumpre o que se obriga; probo, exato, verídico Fidelidade: qualidade do que é fiel; lealdade, exatidão, pontualidade. (Dic.)
Não posso negar-me de ser dizimista, pois no testemunho de fidelidade à Palavra, também inclui o dízimo.
O dizimista fiel a Palavra de Deus, é aquele que consagra a décima parte de tudo que recebe a Deus, Não consigo me ver como católico sem ser dizimista, ser dizimista sem devolver a décima parte (10%) que pertence a Deus.
Quando oferecer alguma coisa, esteja de rosto alegre, e consagre o dízimo com boa vontade. Ofereça ao Altíssimo conforme o dom que ele fez a você; dê com generosidade, segundo suas possibilidades. 10 Porque o Senhor retribui a oferta e ele, em troca, lhe dará sete vezes mais. (Eclo 35, 8-10).
Dê o dízimo com alegria e honestidade, para que se torne fonte de bênçãos. Devemos ser dizimista por conversão, não por imposição. Se você não acredita, fazei a experiência, diz o Senhor dos exércitos (Ml 3, 10)
Ai de vocês, doutores da Lei e fariseus hipócritas! Vocês pagam o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho, e deixam de lado os ensinamentos mais importantes da Lei, como a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vocês deveriam praticar isso (LEI), sem deixar aquilo (DÌZIMO). (Mt 23, 23 – Lc 11, 42)
Devemos testemunhar a Palavra de Deus a todo o momento, mas sem deixar de ser dizimista, pois seria um testemunho parcial.

Jesus estava sentado diante do Tesouro do Templo e olhava a multidão que depositava moedas no Tesouro. Muitos ricos depositavam muito dinheiro. Então, chegou uma viúva pobre, e depositou duas pequenas moedas, que valiam uns poucos centavos. Então Jesus chamou os discípulos, e disse: “Eu garanto a vocês: essa viúva pobre depositou mais do que todos os outros que depositaram moedas no Tesouro. 44 Porque todos depositaram do que estava sobrando para eles. Mas a viúva na sua pobreza depositou tudo o que tinha, tudo o que possuía para viver.”(Mc 12, 41-44)
Vemos o texto acima A VERDADEIRA ATITUDE RELIGIOSA, onde a viúva confiou plenamente em Deus, a sua saúde o seu alimento, o seu lugar de repouso, e você em quem confia? Onde verdadeiramente está seu coração?
Que este breve testemunho seja um aprofundamento em seu modo de viver, levando-o a uma conversão.
Se Deus me dá 100% de tudo, por que não posso devolver 10%?

Joimar Luiz Lino
Paróquia de São Miguel Arcanjo
Guaçuí – ES

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Por: JOIMAR JOIMAR http://revistaparoquias.com.br/?p=1618#comment-472 2010-04-20T21:58:47Z 2010-04-20T21:58:47Z A FELICIDADE SE SER CATÓLICO

Eu sou Católico convicto e sei que há poucos Católicos de verdade, porque eu conheço vários que se dizem Católicos não praticante. E até alguns que se dizem praticantes, mas na verdade não o são, uma vez que não conhecem sua igreja nem sua doutrina. Entretanto eu te digo com alegria e certeza no coração que, os que são verdadeiramente Católicos e conhecem as riquezas que existem dentro de sua Igreja Católica, não a trocam nem renegam por nenhuma outra. (2Pe 1, 16),
Tudo que vivi e aprendi sempre deixava um vazio espiritual. Sou católico pela graça de Deus, não porque eu quis.
Quando passava por um período de sofrimento, este vazio ficou ainda maior, fui enganado, abandonado, mas de repente senti alguém perto de mim que me disse que estava sempre ao meu lado e que busquei ajuda e acreditei no mundo, mas um só pedido era suficiente para Ele agir. Foi quando abri meu coração, e descobri que havia dentro dele um tesouro escondido, o nome deste tesouro? JESUS.
Fechei os olhos para o mundo e deixei-O me guiar, e só tive alegrias. Se você meu irmão também quer viver esta maravilhosa experiência, não precisa sair de casa, ir a outros lugares no mundo, EIS QUE ESTOU A PORTA E BATO. (Apo 3, 20) eu abri a porta de meu coração e venci.
Descobri que nenhuma doutrina é permanente como a de Jesus, e para descobrir isto não foi preciso buscar fora, não foi preciso dar testemunho tipo: quando era católico….
Este tipo de testemunho é falso e enganador, pois o CATÓLICO DE VERDADE não é nada disto que se ouve em testemunhos.
“Dois homens subiram ao Templo para rezar; um era fariseu, o outro era cobrador de impostos. O fariseu, de pé, rezava assim no seu íntimo: ‘Ó Deus, eu te agradeço, porque não sou como os outros homens, que são ladrões, desonestos, adúlteros, nem como esse cobrador de impostos. Eu faço jejum duas vezes por semana, e dou o dízimo de toda a minha renda’. O cobrador de impostos ficou à distância, e nem se atrevia a levantar os olhos para o céu, mas batia no peito, dizendo: ‘Meu Deus, tem piedade de mim, que sou pecador!’ Eu declaro a vocês: este último voltou para casa justificado, o outro não. Pois quem se eleva, será humilhado, e quem se humilha, será elevado.” (Lc 18, 10-14)

Jesus se encontra dentro do coração de cada um de nós, não nas promessas de sucessos, dinheiro, fama que alguns no mundo vêm nos oferecer nos momentos de infortúnio (Lobos em pele de cordeiro).

O católico é feliz em qualquer circunstância da vida, veja o exemplo da igreja primitiva eram perseguidos, acoitados, mas nunca se queixavam eram pelo contrário felizes por sofre pelo Nosso Senhor Jesus Cristo.
Você também pode ser feliz, procure conhecer a fé que professa, sua história, não viva como muito querem do passado e das coisas ruins, Jesus é HOJE, é PRESENTE, e devemos vivenciar a cada dia, hora e minuto de nossa vida.

Por isso, recomendo que fiquem longe dos desejos baixos que provocam guerra contra vocês. Comportem-se de modo exemplar entre os pagãos, a fim de que eles, mesmo falando mal de vocês como se fossem malfeitores, ao verem as boas obras que vocês fazem, glorifiquem a Deus no dia do julgamento. (1Pe 2, 12)

Quando abro a Bíblia, eu não acho, eu simplesmente creio. Escapei da tirania das opiniões, Quem ouve a igreja, ouve Nosso Senhor Jesus, pois é isto que a igreja nos ensina.
Vamos ao mundo mostrar a alegria de ser CATÓLICO PELA GRAÇA DE DEUS.
Joimar Luiz Lino

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Por: Aristides Luis Madureira Aristides Luis Madureira http://www.editoraapartilha.com.br http://revistaparoquias.com.br/?p=1618#comment-202 2010-03-18T16:57:15Z 2010-03-18T16:57:15Z Caríssima Nadi de Almeida
Fico feliz que tenhamos reflexões assemelhadas sobre o tema.
A pastoral da Partilha abrange uma área de espiritualidade muito mais ampla e que corresponde ao que a Igreja sucita em seus últimos documentos, de modo especial o Doc. de Aparecida, em que exorta-nos ( todos os Batizados) a um encontro profundo com o Mestre Jesus. E deste econtro se origine nosso discipulado e missão.
Sem a Luz de Cristo, sombras encontram acolhida em todas as coisas, inclusive nos afazeres comunitários. Entre o profano e o Sacro há uma linha muito tênue. É o caso da alocação de recursos que nossas paróquias tanto precisam. A pastoral da partilha visa alcançar o coração dos fiéis, não o bolso dele. A Igreja deseja que seus batizados sejam sujeitos ( protagonsitas) da missão anunciadora e não platéia.
Não minha amiga, não somos “Farinha do mesmo Saco” e precisamos deixar isso cada vez mais esclarecido, não em nossas teorias mas em nossas práticas cristãs.
Agradeço o carinho e gostaria muito de poder participar dessa discussão.

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Por: nadi de almeida e silva nadi de almeida e silva http://revistaparoquias.com.br/?p=1618#comment-198 2010-03-18T03:00:47Z 2010-03-18T03:00:47Z Ola Aristides. Parabens por mais esta “joia”. O que mais gostei foi esse conceito que na minha opiniao ja passou da hora de ser adotado por nossa Igreja ou seja pregarmos a pastoral da partilha e nao se falar mais em dizimo ou pastoral do dizimo. Primeiro porque o nome esta mais de acordo com o verdadeiro sentido desse modo de contribuicao e segundo porque dissocia nossa Igreja da tal teologia da prosperidade de certas igrejas evangelicas. Quero crer que nao somos “farinhas do mesmo saco”em se tratando de alguns exageros dessa igrejas. Gostaria de discutir esse assunto mais profundamente numa eventual oportunidade Sou da Diocese de Sao Jose dos Campos e meu telefone é 12-39512722(cel.12-81217179.Obrigado!

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